21/07/2016 09h11

Procurador da República vem a Caarapó e garante que produtores vão escoar safra

O procurador da República, Marco Antônio Delfino de Almeida, esteve em Caarapó na manhã desta terça-feira (19) – ocasião em que se reuniu com um grupo de sitiantes que tiveram suas áreas invadidas por índios. O encontro aconteceu na sede da Prefeitura Municipal e contou também com a presença do presença do então presidente licenciado do Sindicato Rural, Antônio Maram, diretor do Sindicato, Olavo Canepelle, prefeito Mário Valério (PR), um delegado da Polícia Federal, dois representantes da FUNAI e o diretor da Câmara Municipal de Caarapó.

A reunião teve como objetivo discutir um agendamento para a colheita e escoamento da safra nas áreas que estão invadidas por índios. Conforme informou Maram, ficou acordado junto à FUNAI que a partir desta quarta-feira (20) a fazenda invadida Novilho deve ser liberada para a colheita do milho - cerca de 120 hectares de milho devem ser escoados.

As vitimas de invasão questionaram o procurador sobre alguns bens e animais que ainda estão sob posse dos índios. De acordo com José Wilson, administrador da fazenda Novilho, os indígenas teriam ficado com 11 cavalos e duas carretas de trator e ainda alguns implementos.

O administrador também questionou a possibilidade de retirada de lascas de aroeiras e o mangueiro. “Já que os índios não estão utilizando é justo que eu tire pelo menos isto ”disse.

O procurador Marco Antônio garantiu que vai agendar uma reunião ainda essa semana com os indígenas para levar a reivindicação dos produtores.

Movimento Paz no Campo

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