26/01/2017 08h46

Macacos mortos levantam suspeita de febre amarela em MS

Foto: Divulgação Secretaria de Saúde investiga causa da morte de macacos em MS

Especialistas em doenças de animais de Campo Grande e Três Lagoas iniciaram a instalação de armadilhas nas matas a fim de capturar macacos para exames

 


Quatro casos suspeitos de febre amarela em macacos encontrados mortos em Aparecida do Taboado (MS) estão sendo investigados pela secretaria de saúde pública. A suspeita acontece por causa da proximidade da região do bolsão com estados onde já foram registrados casos da doença.

Especialistas em doenças de animais de Campo Grande e Três Lagoas iniciaram a instalação de armadilhas nas matas a fim de capturar macacos para exames. A Secretaria de Saúde do Estado informou que não há casos da doença no Estado e dispõe de 60 mil vacinas em estoque para atender a população de risco nos 79 municípios.

Em São Paulo, três mortes de pessoas por febre amarela já foram confirmadas, enquanto que em Minas Gerais já são 32 casos em um surto do vírus que transmite a doença. As mortes de macacos em Aparecida do Taboado aconteceram em área rural.

A responsável pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Aparecida do Taboado, Eugênia Paiva, afirmou ao Perfil News que há 15 dias três animais foram encontrados pelo dona de uma fazenda já em decomposição. A mulher enterrou os animais e só comunicou o fato semana passada.

Já na sexta-feira (20), um quarto macaco foi encontrado já apodrecido em uma mata do município. Em ambos os casos, Eugênia Paiva explicou que o estado os animais não permitiam mais a coleta de material genético para avaliar o motivo da morte. Além disso, ela frisou que o macaco não transmite a doença.

A chefe da Vigilância também contou que pesquisadores da febre amarela irão nesta quarta-feira (25) em Aparecida do Taboado para vistoriar as matas e capturar macacos para realizar exames para identificar a doença no local.

Dourados Agora

Vídeos

  • Diretor de escola é esfaqueado por aluno em Naviraí
  • Com adversidades climáticas, produtividade média do milho está próxima de 45 scs/ha em Laguna Carapã (MS)
  • A face de quem produz

Agenda

Publicidade