23/01/2017 14h55

Secretaria da Saúde confirma 3 mortes por febre amarela em SP

Outros três óbitos são investigados; pasta informa que não é preciso correr atrás da vacina se a pessoa não for viajar para Minas Gerais ou para as áreas de risco no Norte do estado.

A Secretaria Estadual da Saúde investiga 10 casos suspeitos de febre amarela no estado de São Paulo. Destes , três pessoas morreram. Todas as vítimas estiveram neste ano em Minas Gerais, estado que enfrenta um surto da doença.

De acordo com a pasta, há três mortes confirmadas pela doença, sendo um caso importado de Minas Gerais (com notificação em Santana do Parnaíba) e dois contraídos no estado (autóctones), nos municípios de Batatais e Américo Brasiliense, no interior.

Casos de febre amarela em SP
Investigados: 10
Mortes investigadas: 3
Mortes confirmadas: 3

Ainda de acordo com a pasta, no ano passado foram confirmados duas mortes por febre amarela silvestre: uma em abril, no município de Bady Bassit (sendo que o local provável de infecção é conhecido como “mata dos macacos”, no município de São José do Rio Preto); e outra em Ribeirão Preto, também em área próxima a mata.

A secretaria informa que não é preciso correr atrás da vacina se a pessoa não for viajar para Minas Gerais ou para as áreas de risco no Norte do Estado de São Paulo.

Vacina
A pasta ainda informa que, no último semestre de 2016, recebeu 1,7 milhão de doses da vacina do Ministério da Saúde e somente neste mês foram enviadas mais 400 mil doses.

A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses, idosos acima dos 60, gestantes, mulheres que amamentam, crianças de até 6 meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que a vacina contra a febre amarela seja tomada duas vezes. Para crianças, uma dose aos 9 meses e outra, aos 4 anos. Para adultos, o intervalo entre as duas doses deve ser de 10 anos.

Quem for viajar para outro país, vale a regra da Organização Mundial da Saúde, que mudou há pouco tempo e agora só exige uma única dose pela vida toda.
 

G1

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